O problema nunca foi desenhar a arquitetura. Foi mantê-la verdadeira.
Nascemos de engenheiros e arquitetos que passaram a carreira do lado de dentro das operações — e cansaram de ver diagramas bonitos que ninguém na sala acreditava mais.
SÃO PAULO · AUSTIN, TX — EMPRESA DO GRUPO DESIGN STRATEGY
De onde viemos
Todos nós reconhecemos a mesma cena: alguém abre um diagrama de arquitetura desenhado com capricho no início do projeto, e todos na sala sabem — sem precisar dizer em voz alta — que aquilo já não reflete o que está em produção.
A documentação envelhece no instante em que o próximo commit entra. O código muda todos os dias; o desenho fica parado no tempo. E quando alguém precisa decidir onde investir, planejar uma migração ou avaliar um risco, decide a partir de um retrato que já não corresponde à empresa.
Sempre quisemos partir do que é real: ler o código como ele está hoje e dali extrair um diagnóstico honesto. Por muito tempo isso foi trabalho artesanal — semanas de entrevistas e escavação manual. A maturidade das ferramentas de análise tornou possível automatizar o olhar do arquiteto sem abrir mão do rigor — e sem afirmar nada que o código não comprove. É isso que construímos.
Os compromissos que não negociamos
A plataforma primeiro extrai os fatos de forma determinística — arquivos, dependências, ciclos, autoria, vulnerabilidades — cada um ancorado a um lugar concreto no código. Só depois a camada de linguagem escreve o parecer, e ela não tem permissão para citar nada fora desse conjunto: um guard automático barra a prosa que inventa.
O que existe objetivamente no repositório é marcado como confirmado; o que depende de inferência aparece como provável; o que não dá para afirmar vira pergunta — nunca fato fabricado. Quando a plataforma não sabe, ela diz que não sabe.
Clone efêmero, ambiente destruído por inteiro ao final, só metadados derivados. Um produto que audita a higiene de segredos dos outros não poderia ter higiene ruim com o ativo mais importante do cliente.
Há informações que o código não revela — contexto de negócio, a real gravidade de um achado. Quando a análise esbarra numa ambiguidade dessas, ela pergunta a você durante a geração, em vez de inferir às cegas — e a pergunta é sempre sobre interpretação, nunca sobre o fato.
As réguas vêm das referências mais respeitadas da engenharia de software — e cada laudo cita, nele mesmo, o método que usou.
Certificação humana
O laudo é gerado pela plataforma. Quando o documento precisa de peso formal, a plataforma viabiliza a assinatura de um analista sênior — e parte do que construímos é público.
Mais de 20 anos de experiência executiva à frente de operações em grandes empresas e startups. Sob contratação, um analista sênior atesta e certifica laudos — a assinatura humana que dá peso formal ao documento.
O cânone de qualidade que os nossos kits carregam é um registry público, versionado, com hash por arquivo e licença declarada em cada regra.
Estados Unidos. Atendimento em português, inglês e espanhol.
Fale com quem constrói.
Sem intermediário de vendas: quem responde o formulário é a equipe que faz o produto.